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VirtualBox - Criando uma máquina virtual PDF Print E-mail

Agora que o VirtualBox está devidamente instalado e em execução (módulo de pé), partimos para a criação de uma máquina virtual.

O primeiro passo é dar as permissões de acesso ao módulo para nosso usuário. Podemos fazer da seguinte maneira: (como root)

usermod -G vboxusers -a login_do_usuario

Feito isso, podemos chamar o gerenciador  do VirtualBox. Como usuário  normal  (aquele que recebeu  as permissões acima),  chamamos Alt+F2 e digitamos VirtualBox (exatamente desta maneira), então se abrirá o programa gerenciador de Máquinas Virtuais. Clicando em "New", começaremos o procedimento de criação de uma nova máquina virtual.

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Ao Clicar em "New", um guia (wizard) será apresentado, na primeira tela você terá de informar o nome para sua VM e o tipo do SO (nada impede que você escolha um SO e rode outro).

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Na tela seguinte, informamos quanto me memória queremos que seja usado para esta VM, o valor vai de 4MB até 2GB, este tamanho vai depender de quanto você tem de memória e do uso que você fará da VM.

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A seguir, precisamos criar um um disco virtual, que será usado como Primary Master (boot). Clique em "New" e acompanhe o guia:

 Informe se o tamanho será fixo, ou se crescerá conforme a necessidade. Depois informe o tamanho desejado.

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 Depois informe o tamanho do seu disco virtual:

 Sample Image

Ao final deste wizard, será informado onde está criado seu disco virtual. Assim acabamos de criar uma máquina virtual e, poderemos falar dos dispositivos.

Depois de criar uma máquina virtual, nós podemos controlar todos os aspectos dela, como mostrado abaixo:

 Sample Image

Em "General" podemos controlar:

  • Aspectos básicos (nome, tamanho da memória, tamanho da memória de vídeo
  • Ordem de boot, habilitar ou desabilitar ACPI


Em "Hard Disk", como o nome já diz, serve para controlar os discos virtuais.  Além de gerenciar o que criamos anteriomente, podemos ainda criar discos escravos (slaves).

Em "Floppy", controlamos o disquete. Aqui podemos habiltá-lo ou desabilitá-lo, indicar ponto de montagem e indicar, ao invés do dispositivo real, uma imagem (ISO, por exemplo) que representará o disquete.

O "CD-Rom" funciona exatamente como o disquete. Em CD-Rom, podemos indicar a imagem de um CD e assim testar uma distro sem ter que queimar um CD, por exemplo.

Em "Audio", controlamos o som (mais que óbvio).

Em "Network", criamos as interfaces de rede, podemos ter até 4 interfaces simultaneamente.

Em "USB" dizemos quais dispositivos USB conectados ao computador deverão aparecer na nossa máquina virtual.

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